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Harley mostra Street 750 no Brasil, mas ainda não define estreia

 Modelo será o mais acessível da marca no país, ainda sem preço definido.

Publicado no portal G1.com em 23/10/2014.

Comentário: Nilson Silva
Revelada mundialmente no Salão de Milão 2013, a linha Street da Harley-Davidson foi mostrada pelo público brasileiro pela primeira vez. Durante a 3ª edição do Harley Days, no último fim de semana, em São Paulo, a fabricante exibiu uma unidade da Street 750, que deverá ser a mais barata da marca no país. Mas a Harley ainda faz mistério: “Ainda não definimos o futuro deste modelo no Brasil”, disse Longino Morawski, diretor-superintendente da Harley-Davidson do Brasil.

Apesar do cuidado em não confirmar a data de estreia da Street 750 no país, a moto já está certa para o mercado brasileiro. No próprio lançamento mundial, Mark-Hans Richer, vice-presidente de marketing da H-D, confirmou a vinda ao portal G1.
Enquanto isso, sua “irmã menor”, a Street 500, será preterida para o Brasil, pois a marca pretende preservar no país a imagem premium, investindo em modelos de maior cilindrada.

Outro “sinal” dado pela fabricante norte-americana da iminente chegada da Street 750 foi durante a apresentação da linha 2015 da Harley-Davidson no Brasil, na última sexta (17).

O modelo mais barato da marca até então, a Sportster 883R (R$ 32.900) deixará de ser vendida no país, restando apenas a Sportster Iron 883 (R$ 34.100).
A base do modelo é o motor V2 750, com refrigeração líquida, que rende 6,01 kgfm de torque – a empresa não divulga a potência de seus modelos. Desde o lançamento da V-Rod há 14 anos, esta é a primeira moto a trazer chassi e motor 100% novos.

Parte da produção é feita nos Estados Unidos e outra na Índia, e a expectativa é que seja montada em Manaus para a venda no mercado brasileiro. Comparada às outras motos da H-D, a Street possui uma concepção notadamente mais simples.

Nosso Comentário: Em nossa opinião, a Harley Davidson demostrou  sensatez em manter  a imagem de marca Premium no Brasil. Somos 200 milhões de habitantes e o quarto maior mercado de motocicletas do mundo. No que pese nossas vendas internas e produção estarem capenga nos últimos 2 anos, o seguimento Premium não tem do que se queixar a vai muito bem obrigado. A  fabricante inglesa Triumph, voltada para o segmento Premium, também teve esta mesma percepção ao engavetar por tempo indeterminado a produção de uma moto Street de 250cc.
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