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Pilotos do Moto 1000 GP disputam etapa de Interlagos atentos à Copa do Mundo

Matthieu Lussiana, torce para o Brasil na copa.

GP Michelin terá no circuito paulista pilotos de oito países. Destes, sete estarão representados no Mundial da Fifa no Brasil

Fonte: Grelak Comunicação.
O GP Michelin, segunda etapa do Moto 1000 GP, terá suas provas neste domingo (15) no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, São Paulo (SP). Com disputas nas categorias GP 1000, GP 600, GP Light e GPR 250, o evento coincidirá com o quarto dia de jogos válidos pela Copa do Mundo no Brasil e dividirá atenções não apenas de torcedores: pilotos e integrantes das equipes também estarão atentos aos resultados do Mundial da Fifa.
O Campeonato Brasileiro de Motovelocidade reúne em Interlagos pilotos de oito países, sete deles representados na Copa do Mundo. Além do Brasil, que estreou com vitória por 3 a 1 sobre a Croácia na quinta-feira (12), Portugal, França, Itália, Estados Unidos, Argentina e Uruguai, todos países que entram em campo nos estádios brasileiros pelo título mundial de futebol de 2014, estão representados nas quatro categorias do GP Michelin.

Maximiliano Gerardo, que lidera a categoria GP 600 do Moto 1000, é do Uruguai. “Gosto de futebol e acredito que há possibilidade do Uruguai enfrentar o Brasil na final e ganhar de novo”, torce o piloto da MGBikes Yamaha Racing, fazendo alusão clara à final da Copa de 1950, no Maracanã, em que a seleção uruguaia derrotou a brasileira por 2 a 1. “O problema vai ser tirar antes disso a Inglaterra ou a Itália, do nosso grupo, que é muito forte”, analisou.

Torcedor do Club Atlético Boca Juniors, o argentino Luciano Ribodino, bicampeão do Moto 1000 GP em sua categoria principal, a GP 1000, também é atento espectador do futebol. “Eu sou bastante interessado no assunto e acho muito importante a Copa voltar à América do Sul”, considera – a última sede no continente foi da própria Argentina, em 1978, ano de seu primeiro título. “E a Argentina está forte, torço por ela numa final contra o Brasil”, manifesta.

Único piloto português no campeonato, Miguel Praia vê deficiências na seleção de seu país. “Acho que Portugal está muito dependente do Cristiano Ronaldo para fazer gols. A seleção tem uma defesa forte, um meio-de-campo forte, mas para ser campeão precisa de vitórias, e para vencer precisa de gols”, comenta o piloto da Center Moto Racing Team. “Se for bem marcada, ou se o Ronaldo não estiver em um bom dia, nada acontece”, continua.

Estreando na categoria principal do Moto 1000 GP pela JC Racing Team em Interlagos, o norte-americano Danny Eslick tem contato menos frequente com o futebol. “As outras seleções são fortes. Não acredito que o nosso time tenha alguma chance de conquistar a Copa”, diz. Matthieu Lussiana, que lidera a GP 1000 pela Petronas Alex Barros Racing, tem menos contato com futebol. “Não gosto muito, mas torço para que o Brasil seja campeão”, revela.

A Itália está representada no Moto 1000 GP por Sebastiano Zerbo, piloto siciliano da Squadra Ducati Ribeirão. “Só acompanho futebol quando é assim, Mundial. A seleção da Itália é forte, sempre está entre as quatro mais fortes”, aponta, revelando sua torcida por uma reedição da final da Copa do Mundo de 1994. “Pode dar uma final Brasil x Itália”, cita, apontando as duas seleções com maiores números de títulos – o Brasil é pentacampeão; a Itália, tetracampeã.

O oitavo país representando no grid do Moto 1000 GP é o Qatar, país do piloto Nasser Al Malki, que faz sua estreia em Interlagos pela JC Racing Team. O Qatar vai sediar a Copa do Mundo de 2022. No domingo, dia do GP Michelin, haverá três jogos pela primeira rodada do Mundial no Brasil: Suíça x Equador, em Brasília, e França x Honduras, em Porto Alegre, ambos pelo grupo E, além de Argentina x Bósnia Herzegovina, no Rio de Janeiro, pelo grupo F.

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