Crosser_150_E-6-

Yamaha XTZ Crosser 150, chega com preço a partir de 9 mil reais.

Nova moto chegará em duas versões com design diferenciado e disposição para bater de frente com a Bros 150 da Honda.

Texto: Nilson Silva.
Foto: Divulgação
Chegará ás revendas da Yamaha no próximo mês de abril o seu lançamento mais badalado e esperado de 2014, a nova Crosser 150, uma motocicleta urbana porém com um estilo aventureiro. Segundo a marca o modelo foi desenvolvido exclusivamente para o marcado brasileiro ao longo dos últimos 3 anos. E o desenvolvimento levou em conta as condições de nossas estradas e ruas.
Em relação ao design chama a atenção o para-lamas dianteiro bem coladinho a roda a exemplo das motos Big trail e a carenagem do farol em formato de um semi para-lamas. Segundo o fabricante esta posição do para-lamas protege a bengala de pedras e detritos. Bem convincente em nosso entender.

Sobre o desempenho, como se sabe o motor é o mesmo da Fazer 150, com injeção eletrônica e bi-combustível, que 12,2 cavalos com gasolina e 12,4 cavalos com álcool e infelizmente não há informação sobre o consumo, tão importante em motocicletas desta categoria, mas arriscamos dizer que com base no consumo da Fazer e Lander 250 e da Fazer 150, esta mota não vai fazer feio em termo de consumo.

Vamos agora analisar os itens relacionado ao conforto. A suspensão/amortecimento é no estilo monoshock com link que a Yamaha diz ser a única da categoria e tem a vantagem de absorver melhor os impactos e contribuindo e desta forma melhorar a estabilidade e “manobrabilidade”. Existe ainda a possibilidade de regulagem do guidão e o assento em dois níveis. Este último para deixar o garupa em uma posição ergonômica adequada, permitindo ter um ponto de visão acima do piloto, segundo a marca japonesa.

A gente do R2 Motos sempre falamos sobre a falta de lançamentos de produtos realmente novos da marca dos três diapasões. Pois esta moto a exemplo de sua irmã street vem com injeção eletrônica e bi combustível. O deslise ficou por conta do jurássico freio a tambor no modelo mais básico. E não com essa conversa mole que é por causa dos consumidores nordestinos que preferem o freio a tambor. Não moro no Nordeste e aprecio motocicletas com um bom freio ABS e EBD.

Os pontos mais negativo em nossa concepção são a regulagem de guidão e o freio a disco apenas como opcional, falta de opção nas cores e também o preço inicial a partir de mais de nove mil reais para uma motocicleta com freio a tambor. Fica um pouco salgado. Para vender 4.000 unidades por mês vai ter que usar umas excelentes estratégias de marketing.


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