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Líder do Moto 1000 GP com duas vitórias, argentino diz que campeonato em aberto

Wesley Gutierrez

Wesley Gutierrez e Danilo Lewis tentam iniciar em Cascavel reação para impedir que Luciano Ribodino abra vantagem na pontuação

Fonte: Grelak Comunicação

Atual campeão da categoria GP 1000, Luciano Ribodino, da Alex Barros Racing, não vê os demais concorrentes de perto em seu retrovisor na classificação do Moto 1000 GP. Com 72 pontos alcançados em três etapas, das quais venceu as últimas duas – em Pinhais e São Paulo – o piloto argentino tem 35 pontos de vantagem para o vice-líder paranaense Wesley Bertoni Gutierrez, que traz sua Kawasaki da Motonil Motors-Alemão Pneus em segundo. O paulista Danilo Lewis, da PRT/RC3 Brasil, terceiro, segue próximo de Gutierrez, com 30 pontos.
Assim, a quarta etapa do Moto 1000 GP, que será disputada domingo (25) no Autódromo Zilmar Beux, em Cascavel (PR), será especialmente vital às pretensões daqueles que seguem o argentino na classificação, mesmo que Ribodino, campeão de 2012, pense em “uma corrida por vez”. “O campeonato ainda tem mais cinco corridas e está aberto. Não se pode pensar no título agora, porque cada corrida é uma história. Tem mais corridas pela frente e os outros pilotos estão em busca do seu melhor e podem se aproximar se eu não mantiver o foco”, explicou ele.

Gutierrez, o vice-líder, deixa claro que a partir da quarta etapa, que encerra a primeira metade do campeonato, o erro deve ser zero. “Minha moto quebrou na primeira etapa, e esse deve ser o meu descarte”, falou, citando o item do regulamento que prevê o descarte do resultado de uma etapa por piloto na classificação final. “Agora não tenho mais o direito de errar”, explica. Para “caçar” Ribodino na classificação, Gutierrez tem a receita: “pontuar e pontuar”. “Estar no pódio nas etapas que faltam ainda. Assim como minha moto quebrou, todos os pilotos estão sujeitos a isso, e não dá para desistir”, animou-se.

A missão de Danilo Lewis parece ainda mais complicada. Ele está a 42 pontos do líder, o que não alimenta a possibilidade de fechar a temporada sem buscar bons resultados. “A diferença é grande, mas não tem desculpa, tem que correr atrás do prejuízo. A meta é ficar entre os dois primeiros no restante das etapas para aproximar o máximo que puder do líder”, frisou. Para Lewis, um fator determinante para que sua meta comece a ser concretizar ainda na etapa de Cascavel é a união da equipe. “Confio no pessoal que está trabalhando forte para acertar bem a moto. Depois de um começo de ano ruim, a gente conseguiu equilibrar bem o equipamento, eu estou bastante feliz com isso”, contou.

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